Eletronorte participa do 8º Fórum Mundial da Água

Nos estandes das empresas participantes do 8° Fórum Mundial da Água que termina hoje (23) em Brasília, imagens estampadas em painéis e exibidas em vídeos deixavam clara a intenção do evento: a conscientização para o uso responsável desse bem precioso. Aquelas imagens mostrando a água brotando de nascentes, escorrendo pelo curso de rios e riachos, explodindo em cachoeiras e cataratas ou jorrando dos vertedouros de usinas certamente deixavam nas pessoas que passavam pelos ambientes montados no Estádio Mané Garrincha e no Centro de Convenção Ulysses Guimarães o alerta de que água é vida e sua gestão precisa ser sustentável.

A Eletronorte, juntamente com as outras Empresas Eletrobras, esteve presente no estande da holding montado no espaço Expo, no Mané Garrincha.  Sua participação em um evento dessa natureza é a prova da preocupação e do compromisso da Empresa com a sustentabilidade e  o desenvolvimento e conservação dos recursos hídricos.

Ao utilizar a força das águas dos rios Tocantins, Curuá-Una, Jamari e Araguari para movimentar as turbinas das usinas Tucuruí, Curuá-Una, Samuel e Coaracy Nunes, respectivamente, a Eletronorte não está apenas gerando energia limpa e renovável, mas também agindo de forma efetiva para minimizar os impactos  causados ao meio ambiente por seus empreendimentos.

Nesse sentido, sua agenda inclui diversos projetos e atividades baseados em critérios socioambientais, na eficiência energética e no uso racional da água.  Exemplo disso é o Plano de Ações Ambientais da Usina Hidrelétrica Tucuruí, ferramenta de gestão que ordena as ações, demandas e compromissos da Empresa em relação à Usina. Ali, no entorno do reservatório, são desenvolvidos dois outros importantes programas voltados para a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável das comunidades locais: o Plano de Inserção Regional da Usina Hidrelétrica Tucuruí (Pirtuc) e  o Plano de Inserção Regional dos Municípios a Jusante da UHE Tucuruí ( Pirjus).

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O que é o Fórum

Organizado pelo Conselho Mundial da Água, com sede em Marselha, na França,  e reunindo integrantes  de cerca de 70 países, o Fórum Mundial da Água tem o propósito de colocar o tema “água” no topo da agenda política e da sociedade.  Por sua abrangência política, técnica e  institucional, é democraticamente aberto a pessoas de diferentes setores de atuação e de diferentes estratos da sociedade.

Realizado de três em três anos, baseia-se em objetivos muito claros, ou seja, incrementar a importância da água na agenda política de governos, promover a discussão e a troca de conhecimentos e experiências entre países e instituições públicas e privadas e formular propostas no tocante a recursos hídricos.

A 8ª edição do Fórum teve início no domingo passado (18), em Brasília. Essa foi a primeira vez que o evento aconteceu em um país do Hemisfério Sul.  A realização da edição Brasília é do Governo Brasileiro, por meio do Ministério do Meio Ambiente, Governo do Distrito Federal e Conselho Mundial da Água. Apoiaram a iniciativa: ​Agência Nacional de Águas (ANA) e  Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa).

Esta 8ª edição está sendo considerada a maior da história do Fórum Mundial da Água.  Até   ao início da tarde de hoje (23), antes de o evento chegar ao fim,  o Fórum recebeu 85 mil pessoas de 172 países, conforme declararam os organizadores. Outros 74,5 mil visitantes estiveram na Vila Cidadã e na Feira, e 10,5 mil visitaram os estandes e o espaço reservado para a Expo, além de terem participado das mais de 300 sessões temáticas no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Edições anteriores do evento: 1997, em Marrakech, no Marrocos;  2000, em Haia, na Holanda; 2003, em Kyoto, Shiga e Osaka, no Japão; 2006, na Cidade do México, no México; 2009, em Istambul, na Turquia; 2012, em Marselha, na França; e  2015, em Daegu e Gyeongbuk, na Coreia do Sul.

Agência Eletronorte, por Edileia

Sobre o autor  ⁄ Michele Silveira

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